Janeiro e fevereiro foram meses interessantíssimos. Fato principal: a troca do carro! Pois. Com sete anos e muitas histórias na bagagem o meu Clio "se fue" fazer a alegria de outro proprietário. No dia 06 de fevereiro, me tornei a mais nova ambulante do trânsito de Porto Alegre com um ar condicionado gelado. Muuuuito gelado! Geladíssimo. Mais do que isso: me tornei moderníssima em termos sonoros motorizados. Deixei as fitas K7 (isso mesmo... fitas de música que eu pacientemente gravava no meu som em casa). Agora, é só enfiar o cabo USB do mp4 direto no painel do carro e tchan!!! Música, música, música... (e o modo randômico não é maluco como o do próprio mp4 - contarei noutra ocasião a maluquice que é o randômico do Ipod genérico).
O novo carro é um xuxu! Fox, 1.6 (uau!!), preto, 4 portas cheio de botões elétricos e tals. Tirando o ar condicionado, preciso me render: a tal de direção hidráulica é mesmo uma genialidade da engenharia automotiva. Os caras que inventaram são fodões! (ou eram?)

Que dedo torto, credo!


Depois de anos e anos um desejo de consumo atendido. Uma bota de couro cuja perna serve na panturrilha grossa da madame aqui. Essa é uma realidade mais comum do que eu imaginava. Em todas (ou na maioria) das lojas de calçados as vendedoras relatam que muitas mulheres não compram botas porque não cabem nas pernas. Ou melhor, não fecham. Daí, a indústria calçadista inventou botas de tecido: de lycra, de elanca (ou é helanca?), de imitação de couro com elastano... etc. Mas porque diabos simplesmente não faziam um modelo com a perna mais larga? Algum diretor de produção por aí atendeu ao pedido.. eis a bota, eis a perna grossa, eis a consumidora feliz!! Eis a conta pra pagar... ai ai ai