18 outubro 2003
e viva a tecnologia
Trabalhar no final-de-semana não é rotina, mas tem sido mais comum do que deveria. Como eu sou perita em procurar o lado B (bom) das coisas. Vejam só: lá estava eu num curso bem bacana, num hotel de luxo em Porto Alegre. Em pleno sábado, 8h da matina. Hora do intervalo, ai tô apertada! Banheiro perfumadíssimo, limpíssimo, decoradíssimo, tudo íssimo. Na parede tem um quadro com a tabela de horários da higienização que o departamento de limpeza cumpre rigorosamente. As torneiras douradas reluzem, o chão brilha igual ao comercial da cera líquida. Huumm... como é bom fazer xixi na hora certa. E daí é que veio o tchan!! Levantei da patente como todo mundo faz e a descarga funcionou sozinha!!! Tem um dispositivo do tipo luz infra-vermelha que faz a descarga funcionar quando nos afastamos um pouco. Genial! O que é a tecnologia, hein? Descobri que isso não é novidade, eu é que não conhecia. Um dia, talvez, depois de democratizarem o saneamento básico para todos, as descargas automáticas chegem para espantar outras Sheilas mundo à fora. Baahh.. de repente me deu um sentimento de privilégio, de condição social privilegiada... iihh surtei. Tô cansada de ter passado todinho o meu sábado sem ver a luz do sol...
14 outubro 2003
a terra mudou de posição
Grande novidade! O planeta sempre muda de posição a cada estação. Só que é muito legal quando os fenômenos da natureza podem ser percebidos, não? Eu tenho o hábito de dormir de janela aberta, veneziana escancarada. No inverno, quando o céu está limpo, acordo com o sol na cara. Pelas 6h da matina, mais ou menos, os raios entram pela janela e vão direto na minha cama. No verão, só tem claridade, o sol não entra direto, o calor não é tão intenso. Pois é, desde ontem o sol não entra mais diretamente pela janela, agora só ilumina o peitorial e daqui uns dias nem isso. Tá, e daí? Daí que a Terra mudou de posição, o sol agora passa por cima e não pela frente, os fenômenos da natureza são visíveis, eu acho isso fascinante, me sinto parte do sistema, observo a lua quando posso (ela também mudou, eu acho)... e ocupo o meu tempo escrevendo isso no blog, enchendo lingüiça, me distraindo, enquanto aguardo a mulher que preciso entrevistar sair de uma reunião e estar disponível para mim.. para a entrevista, viu?
13 outubro 2003
um monte de arte
Esse cara aí do lado é o artista boliviano Joaquim Sanchez. O nome do trabalho é O Ciclo da Vida. Ele fica deitado dentro de uma piscina (com água) e por cima dele fica passando uns slides com imagens de rendas, não sei bem. O efeito é tri legal.. São partes do corpor humano. Essa aí, é para ser o coração. Assisti a performance do cara durante a primeira semana da Bienal do Mercosul, que acontece em Porto Alegre até o dia 07 de dezembro. Eu não entendo muito de arte. Não freqüento assiduamente galerias ou museus, mas sempre que posso tento conhecer o que está sendo feito por aí. A Bienal é enorme, impossível ver tudo num dia só, são cinco endereços diferentes. Depois conto mais, ok?
09 outubro 2003
Elvis, Jaspion e Neide
Eu nunca vou deixar de me surpreender com as coisas que leio em blogs. Quando não é o conteúdo, é o blog em si. Quando não são as imagens, são os comentários. Foi muito divertido conhecer A vida moderna de Jaspion. Fabiana tem um jeito legal de contar a vida. Tá aí.. novo link. Divirtam-se. Aahh.. Fabi, eu sou de Porto Alegre, não de São Paulo.
08 outubro 2003
aaaahh... droga!
Centro, Porto Alegre. Mal acabou a reunião-almoço que eu fui a trabalho e me lembro de pagar uma conta. Antes de voltar ao estacionamento, fui no banco. Mais ou menos 14h10, calor infernal, céu meio nublado, clima pesado. A umidade reina no ar e a sensação de calor é mais forte ainda. A temperatura no sol beirava os 30 ao lado da Praça XV. Ok, tudo pronto... aahh, que tal um sorvetinho? Huumm, delícia! Banca 40 do Mercado Público, o mais famoso, gostoso, delicioso da cidade. Chocolate, por favor! Humm.. humm... geladinho, saindo fumacinha do frio. Dieta? Pois é, uma bolinha não pode fazer um estrago tão grande na soma das calorias (baita desculpa, deu vontade e pronto!). O corredor do Mercado enche de repente, empurra daqui, empurra dali: PUM!!! O meu sorvete tá no chão!! Que droga! Água na boca e uns pilas a menos. Que nada, vejam só: a senhora que me empurrou pediu desculpas, pagou outro sorvete, convenci ela a tomar um também, batemos um papinho (dessa vez sentadas numa mesinha).. e fomos embora. Viu? Ainda tem gente boa no mundo.
07 outubro 2003
06 outubro 2003
não esquecer
A lista tá grande: ir no banco, tirar dinheiro, depositar a metade da fortuna na conta do outro banco para cobrir o negativo. A outra metade, pagar um empréstimo, pagar as contas de telefone fixo, celular e a internet. Ir no Correio, mandar para os colegas de São Paulo o material que veio para o evento da semana passada. Levar duas calças para arrumar na costureira. Uma é trocar o fecho, outra é arrumar a bainha. Trocar a lâmpada do abajur. Trocar o cartucho de tinta da impressora. Devolver dois livros emprestados há três meses de um amigo. Não esquecer de pedir os meus dois que ficou com esse mesme amigo. Ligar para o Higino, querido, que me ligou e eu nem dei retorno. Lavar roupa, trocar os lençóis, passar o aspirador. Aaahhhh... tem muito mais!! Tá mas e o trabalho, Sheila??? Pois é, isso e muito mais é pra fugir... fugir, fugir... "Vamos fugir, baby?" Aaahh tinha me esquecido: anotar ali no bilhete, não tem baby para fugir comigo!!!!! :o(
04 outubro 2003
ficou bonita
Hoje eu comprei flores! Aniversário da mãe. Lá na feira livre-ecológica do Bom Fim. Lindas, grandes, novinhas... baratas!! O dia está lindo, quente, tranqüilo. Tem coisa gostosa na geladeira, vai ter visita daqui a pouco... e daí? Daí que tô com sono, cansada, meio mole, preguiçosa.. tive uma semana horrosa, literalmente. O horror pairava no ar. Stress, correria, esforço mental e físico, discussões, atritos, cobrança, calor, fome, frio, mal-estar. Passou! Hoje comprei flores. A casa ficou bonita.
28 setembro 2003
que nojo, que bom
Sabe aqueles filmes que dão nojo? Eu fiquei com essa sensação enquanto eu via Irreversível, filme que causou polêmica em Cannes por causa da maldita cena do estupro que dura mais ou menos 10 minutos e é muito real. Mas daí o filme foi andando, andando, andando.. e o nojo passou. Sério. Isso é mérito do próprio filme que, eu acho, foi pensado assim. Vi numa sessão muito tarde (21h50). Fiquei com medo, me imaginei saindo do cinema perto da meia-noite... etc, etc. Mas daí as coisas vão mudam... o roteiro é o responsável por isso, eu sei. Há quem diga que é no roteiro que o filme se destina ao sucesso ou ao fracasso. Ainda não sei se Irreversível é alguma dessas duas coisas. Sei que é forte, não é pra qualquer estômago, não serve para uma simples diversão, não é filme para um "date". Vai lá... é bom discutirmos a que ponto chega a porção besta quadrada dentro de nós.
25 setembro 2003
êêêê... Ano Novo!!
SHANA TOVA UMETUKA... Feliz Ano Novo! Todo o ano eu repito para mim mesma: dois Anos Novos ao ano é bom demais! São duas chances de recomeço. São duas oportunidades de criar novas resoluções e tentar cumprí-las... (quem já não se prometeu... vou emagrecer, vou parar de fumar, vou ler mais, vou estudar mais, vou trocar de trabalho.. vou isso, vou aquilo?). Mel? Sim, é tradição. Comemos mel para ter um ano doce.
Religião pra mim foi um ensinamento cultural. Na minha casa é assim. Ninguém aqui pratica mais do que tradições passadas de pai para filho, de avô para netos. Melhor assim. Enfim, 26 de outubro no calendário que vivemos é um dia qualquer. Vai ter gente casando e separando, gente nascendo e morrendo, gente trabalhando e descansando, gente amando e odiando. 26 de outubro também é Ano Novo (ou Rosh Hashana) no calendário judaico. Vai ter gente nascendo e morrendo, gente trabalhando e descansando, gente amando e odiando. Vai ter gente rezando.
Ano passado eu desejei paz. Tá valendo ainda, é claro! Israel x Palestina é uma dupla parada dura.. ninguém cede, ninguém quer perder. Se esqueceram da vida sem a guerra. Estão viciados. Continuo desejando paz, afinal. Mas este ano tenho, também, um desejo bem menos altruísta, posso? Amor sincero e relações descomplicadas, aaahhh... mereço vai!!
Religião pra mim foi um ensinamento cultural. Na minha casa é assim. Ninguém aqui pratica mais do que tradições passadas de pai para filho, de avô para netos. Melhor assim. Enfim, 26 de outubro no calendário que vivemos é um dia qualquer. Vai ter gente casando e separando, gente nascendo e morrendo, gente trabalhando e descansando, gente amando e odiando. 26 de outubro também é Ano Novo (ou Rosh Hashana) no calendário judaico. Vai ter gente nascendo e morrendo, gente trabalhando e descansando, gente amando e odiando. Vai ter gente rezando.
Ano passado eu desejei paz. Tá valendo ainda, é claro! Israel x Palestina é uma dupla parada dura.. ninguém cede, ninguém quer perder. Se esqueceram da vida sem a guerra. Estão viciados. Continuo desejando paz, afinal. Mas este ano tenho, também, um desejo bem menos altruísta, posso? Amor sincero e relações descomplicadas, aaahhh... mereço vai!!
corre Sheila corre
Não preciso explicar muito, né? Dias e dias sem dar as caras são o verdadeiro Uó. Mas o tempo tá curto e precioso. Muitas coisas para fazer, muitas coisas para resolver. Tantos quilômetros de corrida assim, bem que eu merecia uma recompensa... toda a grana que entra tá saindo também. Ou eu tô ganhando pouco ou tô gastando muito. A primeira hipótese é a mais plausível, infelizmente. Preciso dar um jeito nisso, sabe como? Corre Sheila corre!!!!!
19 setembro 2003
ai como é bom
Bom demais dizer as coisas certas na horas certas. Dizer o que penso e cheia de razão. Desatar um nó de garganta quase do tamanho de um bonde. Vomitar palavras, ter crise verborrágica. O melhor de tudo: sem perder a calma, a elegância, sem gritar, espernear, sem crise histérica. Só faltou o salto alto. Bom, calma... o motivo foi coisa de trabalho. Interferiu nas minhas coisas, sai da frente. Como a gota d'água veio da mesma pessoa que merecia ouvir umas coisitas... foi melhor ainda! Aaahh, como é bom ter razão. Aaahh, como é ruim não ser sempre assim.
16 setembro 2003
gancho de bolsa, a invenção
Taí aí uma coisa que faz tempo eu queria fazer: postar fotos minhas ou feitas por mim. Eis a primeira!!! Aaahhh eu até sei que alguém vai dizer: - Sheila... quero te ver, aparece aí. Deixa estar, logo logo...
Bom, mas para começar, apresento o meu gancho de bolsa. Agradeço a Alê que fez e mandou a foto para mim. Aliás, foi ela que me deu o empurrão para postar fotos minhas no blog. É pra mostrar o gancho! É. Um gancho cromado, que prende em qualquer mesa e segura a bolsa. Eu odeio por a bolsa no chão (dizem que dá azar, né?). Odeio lugares em que as cadeiras são redondas e não é possível pendurar bolsas. Ora, qual a mulher que sai sem bolsa? Conheço apenas uma, a Tati. O resto, tudo tem bolsa. Grandes, pequenas, gordas, magras, coloridas, de couro, de plástico, de pele, de lona... bolsa de mulher já virou até livro, tese de graduação, pós-graduação, curso de extensão. Bolsa de mulher revela muita coisa, certo? Pois então tá aí.. um pouco de mim revelada segurada por um gancho prático, leve, inteligente (ele equilibra com o peso da bolsa), seguro, divertido, útil e chic, muito chic!
Bom, mas para começar, apresento o meu gancho de bolsa. Agradeço a Alê que fez e mandou a foto para mim. Aliás, foi ela que me deu o empurrão para postar fotos minhas no blog. É pra mostrar o gancho! É. Um gancho cromado, que prende em qualquer mesa e segura a bolsa. Eu odeio por a bolsa no chão (dizem que dá azar, né?). Odeio lugares em que as cadeiras são redondas e não é possível pendurar bolsas. Ora, qual a mulher que sai sem bolsa? Conheço apenas uma, a Tati. O resto, tudo tem bolsa. Grandes, pequenas, gordas, magras, coloridas, de couro, de plástico, de pele, de lona... bolsa de mulher já virou até livro, tese de graduação, pós-graduação, curso de extensão. Bolsa de mulher revela muita coisa, certo? Pois então tá aí.. um pouco de mim revelada segurada por um gancho prático, leve, inteligente (ele equilibra com o peso da bolsa), seguro, divertido, útil e chic, muito chic!
15 setembro 2003
zum, zum, zum...
Ruído, barulhinho, som ambiente... eu tinha uma tia que não gostava da palavra burburinho. Segundo ela, era pejorativa. Nunca eu fiquei sabendo porque. Agora, de novo... achei um blog do mesmo jeito de sempre, pulando de um para o outro. Gostei. Com vocês, Burburinho.
o garçon e a garçonete
Café Paris, Porto Alegre. Fica ali na esquina da Andradas com a Senhor dos Passos. No salão de trás, almoço comercial. Buffet quilo. Comidinhas gostosas, bem feitas, bem temperadas, bem apresentadas. Eu e a Tati (ela ainda vai ter um blog, acreditem...) antes de uma reunião. As pessoas no lugar almoçam rápido, muita gente sozinha, poucas mesas com grupo. Aliás, só uma. Estava claro que eram colegas de trabalho. Conversa vai, conversa vem.. uma garfada na salada aqui.. a Tati adorando uma torta de palmito. Nossa mesa era de canto, mas muito próxima de uma porta que dá para outro ambiente. As duas olham o garçon passando... ele vai em direção a uma colega garçonete. Os dois se olham, piscam um para o outro. Ele estende as mãos, ela coloca as mãos em cima das dele. O momento lindo foi rápido, singelo e isso não é ironia não! Cabecinha para o lado, olhos brilham. As mãos se afastam e cada um segue seu caminho, talvez em direção a cozinha, talvez em direção ao balcão. Eles trabalham e namoram e trabalham mais um pouco e namoram mais um pouco. - Tu viu o que eu vi? - Vi! Que lindo!! E lá se foram a Sheila e Tati, com uma certa leveza, andar no sol do final do inverno... sem a mínima vontade de trabalhar.
Este post deveria ter sido publicado na sexta-feira, 12, mas a preguiça foi maior. Aí veio o final de semana e... eu não quis saber de computador! É isso.
Este post deveria ter sido publicado na sexta-feira, 12, mas a preguiça foi maior. Aí veio o final de semana e... eu não quis saber de computador! É isso.
11 setembro 2003
eu que fiz... hummm
Funghi, arroz, temperos, vinho tinto. Uma delícia de jantar, tudo na última hora. Parmesão ralado compridinho e "voalá", as amigas todas querendo repetir! Bah, gurias, não tem mais... só sobrou um pouquinho e nem todas poderão repetir. Que saco! Nunca faço, quando faço deixo todas com gosto de quero mais. Amei, adorei, me diverti fazendo, comendo, papeando, bebendo. Bom papo, nove mulheres conseguiram não criticar muito os homens... (só um pouquinho, né?). Thaís, saiu mais cedo, ok. Dá próxima, vai ter de ficar até o derradeiro chocolate, ok?
09 setembro 2003
velas, vinho... e a leitura em dia
O clima todo está favorável pra outra coisa, eu sei. Até o frio voltou depois de dias de panela-de-pressão em Porto Alegre mais úmida e quente do que nunca. Enquanto a poeira baixa pros lados do músculo vermelho que bombeia o líquido vermelho (óóó... é pra isso que serve, não? Pra outras coisas está com defeito, por enquanto!)... uma boa leitura faz muito bem. E que bem. Glauco Mattoso, um dos meus poetas favoritos (não são muitos, confesso), parecia me chamar na prateleira. Um dos meus textos preferidos - Confessional, deixo aqui para quem não conhece: (foi gravado por Arnaldo Antunes como canção que não tenho opinião se ficou bom ou ruim... ultimamente não tenho gostado do Arnaldo).
"Amar, amei. Não sei se fui amado, pois declarei amor a quem odiara e a quem amei jamais mostrei a cara, de medo de me ver posto de lado. Ainda odeio quem me tem odiado: devolvo agora aquilo que declara. Mas quem amei não volta, e a dor não sara. Não sobra nem a crença no passado. Palavra voa, escrito permanece, garante o adágio vindo do latim. Escrito é que nem ódio, só envelhece. Se serve de consolo, seja assim: Amor nunca se esquece, é que nem prece. Tomara, pois, que alguém reze por mim..."
"Amar, amei. Não sei se fui amado, pois declarei amor a quem odiara e a quem amei jamais mostrei a cara, de medo de me ver posto de lado. Ainda odeio quem me tem odiado: devolvo agora aquilo que declara. Mas quem amei não volta, e a dor não sara. Não sobra nem a crença no passado. Palavra voa, escrito permanece, garante o adágio vindo do latim. Escrito é que nem ódio, só envelhece. Se serve de consolo, seja assim: Amor nunca se esquece, é que nem prece. Tomara, pois, que alguém reze por mim..."
05 setembro 2003
a cabeça ficou vazia
Nada como o passar do tempo... coração ainda se recuperando... já saiu da UTI, está na enfermaria. O mais engraçado, trágico, cômico, terrível, estranho, esquisito, inacreditável é que boa parte da recuperação foi movida a desculpas e mais desculpas, perdões e mais perdões. Conselhos de amigas e amigos nessas horas são preciosos. Sheila, esqueça. Sheila manda pastar. Sheila, manda naquele lugar. Sheila, manda à merda. Tá, tá bom, tá bom.. todo o esforço para esquecer está sendo feito. Um pouquinho de paciência, please! Não tenho sangue de barata e ando mais derretida do que nunca. Estou com a cabeça vazia. Não consigo pensar, não quero pensar. Deixa assim, quieto. O tempo vai ajudar, dizem os mais experientes. Será?
03 setembro 2003
peraí, tem alguma coisa errada
O som quebrou. O telefone sem fio quebrou. A máquina de lavar está vazando. O chaveiro de resina com a chave da casa quebrou. O filtro de água da cozinha quebrou, a saboneteira do lavabo está bamba. Três canetas que tentei escrever algo agora não funcionaram. A janela emperrou, achei um parafuso no chão que não sei de onde veio. O que mais? Hein? O pior de todos os quebrados... o coração tá esfolado, ardido, inchado, cansado, tristinho, deprê. Que termine logo esta semana pelamordedeus!
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