E viva o trocadilho Libera o Badaró aí, vai. Aahh libera... libera, libera, libera!! Tem muita gente que ama rosca!Banda interessante, gente esquisita, música esperta, letras... aaahh as letras. Em ritmo de RAP: "Aí fei, aqui é é o Primo Preto falando, vocalista dos Números Racionais MC ao quadrado. Sobrevivente do Massacre de Itapuã, nêgo. Segundo os estudos realizados nas faculdades universitárias de Massaxussestis:
A cada 39% dos nêgo que nascem nessa cidade são pretos. 4% dos 7% dos nêgo que estudam nas faculdade são preto. A cada 2 crianças que nascem nêga, uma morre preta. 80% dos nêgo preto morrem queimado nêgo. Conheci um cara que se chama Jesus. Por expor suas idéias, enforcaram-no na cruz. Jesus Negão Jesus Negão, sangue bão... "
A cada 39% dos nêgo que nascem nessa cidade são pretos. 4% dos 7% dos nêgo que estudam nas faculdade são preto. A cada 2 crianças que nascem nêga, uma morre preta. 80% dos nêgo preto morrem queimado nêgo. Conheci um cara que se chama Jesus. Por expor suas idéias, enforcaram-no na cruz. Jesus Negão Jesus Negão, sangue bão... "
Dá pra ouvir as músicas em liberaobadaro.com.br e não perde a descrição de cada uma delas.
- e a original










Depois de anos e anos um desejo de consumo atendido. Uma bota de couro cuja perna serve na panturrilha grossa da madame aqui. Essa é uma realidade mais comum do que eu imaginava. Em todas (ou na maioria) das lojas de calçados as vendedoras relatam que muitas mulheres não compram botas porque não cabem nas pernas. Ou melhor, não fecham. Daí, a indústria calçadista inventou botas de tecido: de lycra, de elanca (ou é helanca?), de imitação de couro com elastano... etc. Mas porque diabos simplesmente não faziam um modelo com a perna mais larga? Algum diretor de produção por aí atendeu ao pedido.. eis a bota, eis a perna grossa, eis a consumidora feliz!! Eis a conta pra pagar... ai ai ai